A Casa da Ópera de Ouro Preto
O pomposo nome Vila Rica de Nossa Senhora do Pilar do Ouro Preto revela o apogeu da civilização criada na região das Minas Gerais e que há 40 anos mereceu da UNESCO o título de Patrimônio Mundial da Humanidade. Foi lá que entre sonhos e quimeras de raríssimo esplendor viveu a Cinderela, a Sinhá Olimpia dos versos de Hélio Rodrigues Neves (Hélio Turco), Jurandir Pereira e Álvaro Luiz Caetano (Alvinho) do antológico samba da Estação Primeira de Mangueira. Para registrar uma outra data, os 250 anos do teatro mais antigo do Brasil, da América Latina e de um dos mais antigos em funcionamento do mundo foi lançado o livro Casa da Ópera de Vila Rica - Ouro Preto: 1770-2020 , obra ilustrada pelas fotografias de Lucas Godoy e com prefácio de Zaqueu Astoni, ex-secretário de Cultura e Patrimônio de Ouro Preto. Organizado por Rosana Moraes Marreco Orsini Brescia , uma capixaba de Vitória, mineira e mangueirense de coração, musicóloga, cantora lírica, soprano e professora da Universidade Nova de L...