Aloysio Corrêa da Veiga e o filho Mauricio são investidos com a Ordem da Rosa
Todas as cerimônias de condecoração possuem um ar solene, pois representam um momento de aplauso e reconhecimento a quem fez algo de sólida relevância e brilho à sociedade. Dr. Aloysio Corrêa da Veiga, ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o filho, o advogado Dr. Maurício de Figueiredo Corrêa da Veiga, passaram pela experiência única de serem condecorados com a Imperial Ordem da Rosa na mesma solenidade realizada em 28 de agosto de 2026, na Capela Nossa Senhora Rainha, em Brasília. A cerimônia de investidura foi presidida pelo Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil e Grão-Mestre da Ordem. A data da solenidade revestiu-se também de especial significado religioso por ter ocorrido no dia em que a Igreja Católica celebra Santo Agostinho, bispo de Hipona e um dos grandes Padres e Doutores da Igreja. A coincidência conferiu particular simbolismo a uma cerimônia marcada pela tradição, pela fé e pela continuidade histórica.
Estiveram presentes os cavaleiros da Imperial Ordem da Rosa: Dr. Ibsen José Casas Noronha, Dr. Ronald Christian Alves Bica, Dr. Pedro Cintra Lemos Olivieri e o fazendeiro e cafeicultor Marcus Vinícius Cardoso Palermo Falleiros. Após as investiduras, foi celebrada Missa Tradicional pelo Padre João Silveira, vindo de Portugal especialmente para a ocasião. A presença do sacerdote português conferiu à solenidade particular importância por
A Imperial Ordem da Rosa foi instituída por Dom Pedro I, por decreto de 17 de outubro de 1829, para perpetuar a memória de seu matrimônio com Dona Amélia de Leuchtenberg. A tradição histórica associa sua criação à união do imperador com a segunda Imperatriz do Brasil. A insígnia histórica é formada por uma estrela branca de seis pontas, circundada por uma guirlanda de rosas e encimada pela Coroa Imperial. No medalhão central aparecem entrelaçadas as iniciais de Pedro e Amélia, cercadas pela legenda “Amor e Fidelidade”. Durante o Império, a Ordem destinou-se a distinguir méritos civis e militares e serviços relevantes. Sua organização histórica compreendia diferentes graus honoríficos, constituindo uma das mais características condecorações da monarquia brasileira. Com o golpe militar de 1889, as antigas ordens imperiais deixaram de integrar o sistema oficial de condecorações do Estado brasileiro. A tradição da Imperial Ordem da Rosa, contudo, permaneceu ligada à Casa Imperial do Brasil e ao patrimônio histórico e dinástico da Família Imperial.
Ministro Aloysio Corrêa da Veiga e o filho Mauricio Corrêa da Veiga
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