Crise no Irã
A política internacional iniciou 2026 em grande agitação. No primeiro final de semana do novo ano, a queda e a consequente prisão de Nicolás Maduro pela Força Delta do Exército dos Estados Unidos e o aumento das manifestações pelo Irã deixam claro que este ano promete muitas alterações no cenário mundial. A crise no Irã já atinge as 31 províncias que formam o país, a outrora Pérsia, uma das mais antigas civilizações do planeta. Neste sábado, além da continuação dos protestos pelo décimo terceiro dia consecutivo, hospitais superlotados de feridos e a confirmação de mais de 50 mortos, manifestantes em Londres também protestaram defronte à embaixada do país na capital britânica. Líderes mundiais apelaram ao governo iraniano pelo fim da violência contra os protestos, considerados por Teerã como atos terroristas. Para alguns analistas o aumento da crise pode levar ao fim da República Islâmica e a volta da monarquia. O Príncipe Reza Pahlavi, filho e herdeiro do último Xá do Irã, Mohammad Reza Pahlavi, vive no exílio desde a queda da monarquia em 1979.

O Irã e seus Aiatolás são o maior perigo para o mundo Ocidental com a exportação do seu fanatismo religioso lunático e opressivo daí a reação de sua população persa oprimida por decadas de totalitarismo religioso
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