Dramaturgias contemporâneas: nos rastros da história

 

A nona publicação coletiva do grupo de pesquisa Dramatis – Dramaturgia: Mídias, Teoria, Crítica e Criação será lançada em 9 de julho às 17 horas na Academia de Letras da Bahia, em Salvador. O livro, Dramaturgias contemporâneas: nos rastros da história, organizado por Cássia Lopes e Cleise Furtado Mendes, reúne 13 capítulos voltados para questões que atravessam a produção dramatúrgica em sua diversidade de formas, práticas e abordagens teóricas, tendo em vista a relação da arte de composição dramatúrgica com a história. Os capítulos são:

Mulheres imigrantes italianas e representação na teledramaturgiabrasileira: o caso de Angelina da Col, Adele Serventi e Giuliana Splendore”, da escritora, jornalista e pesquisadora italiana Antonella Rita Roscilli 
Nos rastros da história: o Sísifo contemporâneo”, da escritora, pesquisadora e professora titular da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Cássia Lopes
Macbeth ou Como se livrar de um assassinato”, da dramaturga, professora titular da UFBA e membro da Academia de Letras da Bahia, Cleise Furtado Mendes
A cesarifissão em Mães Paralelas: sobre herança e filiação”, escrito por Eduardo Reis Silva, pesquisador e professor do Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge)
Dramaturgias em cena: um breve percurso sobre a produção dramática da Escola de Teatro da UFBA”, escrito por Evelina de Carvalho Sá Hoisel, a pesquisadora, e professora titular de Teoria da Literatura da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e membro das academias de Letras e de Ciências da Bahia
Lídia de Oxum: ainda e sempre é preciso olhar no espelho da história”, de autoria de Gil Vicente Tavares, dramaturgo, diretor e professor da Escola de Teatro da UFBA
Dramaturgia e performance: estratégias do espetáculo Eduardo II”, escrito pela dupla formada pelo dramaturgo e encenador João Sanches, professor da Escola de Teatro e do Programa de Pós- Graduação em Artes Cênicas (PPGAC)PPGAC da UFBA, e do encenador Thiago Romero
Dramaturgia e imaginário recíproco entre Brasil e Portugal: travessia do séc.ulo XVI ao século. XX”, dramaturgo e professor português da Universidade de Coimbra, Jorge Louraço Figueira
Ingmar Bergman e as dobras das personagens: um estudo do filme Persona”, o diretor e professor da Escola de Teatro da UFBA, Paulo Henrique Alcântara, 
De espíritos, animais e cogumelos a bonecos e robôs: a presença de personagens não -humanas no drama japonês”, do dramaturgo, encenador e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Paulo Ricardo Berton
Teatro: um exercício de memória”, escrito pelo dramaturgo português Ricardo Cabaça
O ‘“estado da nação”’: o(algum) teatro em Portugal desde 1974”, foi escrito por Rui Pina Coelho, professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL) e diretor do Centro de Estudos de Teatro da FLUL. 
Entre a imaginação e a investigação: sobre o uso do rastro na escrita do drama histórico”, de Yuri de Andrade Magalhães, professor de Dramaturgia, História do Teatro e Estética Teatral, segue a sua pesquisa de doutorado intitulada A dramaturgia como reescrita da história (2021).

 

 


 

 

 

 

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