Posse na Venezuela
O ano iniciou-se com a agenda política internacional em grande evidência. A segunda posse de Donald Trump na Casa Branca, assunto dominante em todas as esferas mundiais, marcada para o dia 20 de janeiro, está sendo antecedida pela renúncia do Primeiro-Ministro do Canadá, Justin Trudeau, e pela posse para o terceiro mandato consecutivo de Nicolás Maduro na Presidência da República Bolivariana da Venezuela. Sob um forte esquema de segurança, a cerimônia ocorrida no Palácio da Assembleia Nacional, em Caracas, capital do país da América do Sul, nesta sexta-feira, 10, mereceu grande repercussão. Muitas análises de cientistas políticos, diplomatas, economistas, jornalistas e historiadores revelam o impacto que ainda causa a polêmica eleição de 28 julho de 2024 não reconhecida pela oposição venezuelana e por um número expressivo de chefes de Estado, chefes de Governo e organismos multilaterais internacionais. Poucos dias após a eleição foram registradas mais de 11 mortes e a prisão de quase 800 pessoas e que foram processadas com a acusação de prática de atos de terrorismo. Fizeram-se presentes à terceira posse de Maduro: Miguel Díaz-Canel, Presidente de Cuba e Secretário-Geral do Partido Comunista Cubano, Daniel Ortega, Presidente da Nicarágua. O Presidente Joe Biden não enviou nenhuma autoridade representando o Governo dos Estados Unidos. Gilvânia Maria de Oliveira, Embaixadora do Brasil em Caracas, representou o Governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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Ditadura comunista que transformou o país que poderia ser o mais rico do mundo no mais pobre e afora a eleição fraudulenta e o apoio do atual governo brasileiro é motivo de muita vergonha 👎e
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