Dia de reverenciar os mortos do Holocausto
Uma das maiores tragédias ocorridas na humanidade, o Holocausto, é um dos mais longos e tenebrosos capítulos construídos politicamente pelo Totalitarismo. A data 27 de janeiro, Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, criado pela Resolução 60/7 da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em novembro de 2005, tem a imprescindível importância de fazermos a reverência aos mortos pelo Nazismo, além de simultaneamente combater o genocídio contra o povo judeu e as tentativas de relativização e esquecimento dos crimes nazistas. Vivendo o final do primeiro quartel do século XXI, há quem queira apagar da História as atrocidades sofridas pelos judeus e outros inimigos selecionados por questões racistas e ideológicas pelo regime totalitário implantado por Adolf Hitler, o Führer do Terceiro Reich. Ou fatos ocorridos 78 anos após o final da II Guerra Mundial.
Muito recentemente, no final de dezembro de 2023, o reaparecimento de uma das cópias originais da Lista dos 1.098 judeus salvos por Oskar Schindler (28.04.1908-9.10.1974) voltou a ser notícia. A referida lista de 14 páginas, feita em 18 de abril de 1945 por Itzhak Stern, o contador da fábrica de Schindler, 20 dias antes do final da II Guerra Mundial, relaciona 801 nomes e será leiloada pelo valor mínimo de 1,8 milhão. A repercussão teve o eficaz efeito de demonstrar que o Holocausto ocorreu e o quanto alguns foram corajosos e determinados em lutar contra o genocídio determinado pelas autoridades nazistas sob o comando do Führer. O empresário alemão Oskar Schindler foi um deles. Os brasileiros Embaixador Luís Martins de Souza Dantas (1876-1954) e Aracy de Carvalho Guimarães Rosa (1908-2011), a Princesa Alice da Grécia (avó paterna do Rei Charles III), o japonês Chiune Sugihara (1901-1986), a polonesa Irena Sendler (1910-2008), o teuto-boliviano Moritz “Mauricio” Hochschild (1881-1965), os britânicos Nicholas George Winton (1909-2015) e Charles Joseph Coward (1905-1976), o sueco Raoul Wallenburg (1912-1947), o português Aristides de Sousa Mendes (1885-1954), os italianos Giorgio Perlasca (1910-1982) e Giovanni Palatucci (1909-1945), o espanhol Ángel Sanz Briz (1910-1980), o salvadorenho Coronel José Arturo Castellanos Contreras (1893-1977), o irlandês Monsenhor Hugh O’Flaherty (1898-1963), o alemão Georg Ferdinand Duckwitz (1904-1973) e o jornalista americano Varian Fry (1907-1967) são alguns destes exemplares e heróicos nomes.
Fotos Daily Mail
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Muito triste🙏🙏🙏
ResponderExcluirInfelizmente ainda tem pessoas no mundo de hoje que apoiam o extermínio de Judeus que só fizeram contribuir para o progresso da humanidade com dezenas de prêmios Nobel
ResponderExcluirInfelizmente temos no Brasil altas autoridades que são anti semitas é muito triste e revoltante
ResponderExcluirInfelizmente a história se repete com apoio de importantes personagens brasileiros, foi e continua sendo uma monstruosidade perseguir o povo judeu tão brilhantes e os maiores ganhadores de premiações do Nobel, isso precisa acabar este anti semitismo sem sentido
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