Marlene: 100 Anos da Incomparável

 

Um dos maiores mitos da Era de Ouro do Rádio Brasileiro volta aos palcos. O musical ‘MARLENE: 100 Anos da Incomparável’ é uma celebração da vida e da obra da grande cantora, apresentadora de televisão, atriz de teatro, novela e cinema, e puxadora de samba. Com 12 artistas em cena, o espetáculo, de autoria e direção de Silvinho Fernandes, produção de João Luiz Azevedo, consultoria artística de Ricardo Cravo Albin & Cesar Sepúlveda, presidente do fã-clube da estrela, conta com a participação especial da atriz veterana Leda Lúcia e a cantora Nina Wirtti como convidada especial, ficará em cartaz no Teatro Cândido Mendes, Rua Joana Angélica 63, Ipanema, Rio de Janeiro durante todo mês de abril/2023, sempre às quintas feiras às 20 h, com ingressos a R$ 70,00 / R$ 35,00 (meia entrada para estudantes ou jovens até 21 anos ou acima dos 60).     

 


 

O musical “MARLENE: 100 ANOS da INCOMPARÁVEL” narra em fatos e canções a extraordinária trajetória de sucesso de Vitória Bonaiutti de Martino (São Paulo, 22 de novembro de 1922 - Rio de Janeiro, 13 de junho de 2014), imortalizada no cenário cultural brasileiro como a cantora MARLENE, artista que iniciou sua carreira artística na Era de Ouro do Rádio e atravessou décadas brilhando e encantando as plateias de todos os lugares do Brasil. Tendo gravado mais de 4.000 canções em sua carreira, MARLENE participou dos famosos festivais da década de 1960, teve música censurada (‘Pirambeira’ de Hermínio Bello de Carvalho e Maurício Tapajós) e ela mesma foi censurada devido sua dança ter sido considerada sensual durante uma apresentação. Também apresentou programas musicais nas TV's Rio e Record. Em 1972, foi a campeã do Carnaval carioca, puxando o samba-enredo da Escola de Samba Império Serrano, no desfile homenageando Carmen Miranda. Sua popularidade nacional resultou em convites para a Tv, onde participou das novelas “Bandeira 2” (1971), “O Amor é Nosso” (1981) ao lado de Tônia Carrero, Fábio Jr, Osmar Prado, “Viver a Vida” (1984) e a minissérie em homenagem à Chiquinha Gonzaga (1999) onde interpretou ela mesmo. No cinema participou de quase 20 filmes, desde o 1º “Corações sem Piloto” em 1944 até “As Cantoras do Rádio” em 2009. No teatro, participou de várias peças teatrais como “Botequim”, “O Quarteto” e “Ópera do Malandro” e peças de teatro de revista também, como “Aperta o Cinto” (1956) ao lado de Luiz Delfino, Zeloni, Berta Loran com textos de Max Nunes e direção de J. Maia, “Me Leva que Vou” (1951) e “Deixa que eu Chuto”(1949)... sempre com muito sucesso.     

 

 

 

O elenco da revista musical “MARLENE: 100 Anos da Incomparável” é formado por 12 diferentes artistas: as Cantoras Nina Wirtti, Thania Machado, Miramar Mangabeira & Ângela Leclery, as Transformistas, Lavynia Storm, Patricia St.Laurent & Nattacha Jolie, os Dançarinos Alek Belmont,  Andrey di Alecsander e Wellington Lopes e a participação especial da atriz veterana Leda Lucia apresentarão grandes sucessos da época, como ‘Apito no Samba’ (Luis Bandeira) , ‘Nego meu Amor’ (José Maria De Abreu),‘Queixa’ (Caetano Veloso), ‘Se é Pecado Sambar’ (Manoel Santana), ‘Lata D’agua’ (Candeias Junior), ‘Mora na Filosofia’ (Monsueto e Arnaldo Passos), ‘Lamento Negro’ (Caboré, Onofre, Heitor Dos Prazeres Filho), ‘Aonde Vai Valente’ (Manezinho Araújo), ‘Eu Fui a Europa’ (Chiquinho Salles), ‘Galope’ (Gonzaguinha), ‘Coitadinho do Papai’ (H. De Almeida e M. Garcez) , ‘Cabare’ (João Bosco e Aldir Blanc), ‘Rojão’ (Noca da Portela e Sergio Fonseca) , ‘Esposa Modelo’ (José Maria de Abreu e Carlos Rêgo Barros de Souza), ‘La Vien Rose’ (Edith Piaf) ‘Geni e o Zeppelin’ ( Chico Buarque de Holanda), ‘O Meu Guri’ ( de Francis Hime e Chico Buarque). Sem esquecer o Medley de Marchinhas Carnavalescas.      

 


 

Durante o espetáculo, grandes personalidades serão citadas como o cantor e apresentador Ivon Cury, o radialista e ator Paulo Gracindo e a grande cantora francesa Edith Piaf além dos depoimentos (em off) dos jornalistas Rodrigo Faour e Sergio Cabral, o diretor teatral Paulo Afonso Grisolli, o historiador Ricardo Cravo Albin, o presidente do fã clube da Marlene, Cesar Sepúlveda e o “rei das Marchinhas” João Roberto Kelly.      



 


 

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